terça-feira, 31 de março de 2015

Suspeito de receber propina, juiz do Pará terá mais 140 dias de afastamento, decide CNJ

Juiz ficará afastado por mais 140 dias

O juiz José Admilson Gomes Pereira, do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA), vai continuar afastado de suas funções por mais 140 dias. Ontem, 30, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, prorrogar o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) relativo ao juiz.

O Conselho está apurando denúncias de condutas irregulares do magistrado. Entre elas, o recebimento de vantagens financeiras indevidas em troca de decisões judiciais. Ele está afastado de suas funções desde o dia 7 de outubro do ano passado (Fonte: Diário do Pará - AQUI).


Leia matéria do CNJ, segue:

203ª Sessão Ordinária do CNJ. Crédito: Gil Ferreira/Agência CNJ


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, prorrogar por 140 dias o processo administrativo disciplinar relativo ao juiz do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) José Admilson Gomes Pereira. Os conselheiros seguiram o voto do relator, conselheiro Flavio Sirangelo, durante a 205ª Sessão Ordinária realizada nesta terça-feira (24/3).

O CNJ abriu processo disciplinar contra o juiz em outubro de 2014, para apurar suspeitas de violação ao Código de Ética da Magistratura e à Lei Orgânica da Magistratura. Entre os fatos imputados ao magistrado, estão atuação irregular em processos judiciais, violação do dever de imparcialidade, falta de urbanidade e cortesia, participação em atividade política e prática de atos de improbidade administrativa. 

Amizade a toda prova - antecipou pagamentos

O prefeito afastado de Parauapebas entrou na justiça com um pedido de antecipação de provas, a digna magistrada deferiu o pedido, mas o que o governo VALMIR DA INTEGRAL antecipou mesmo foi o pagamento

O Dr. JAKSON foi assassinado, no caso dele não tem antecipação de provas, aliás, não tem prova nenhuma e ninguém pede antecipação de provas! 

Gente boa

E você, caro cidadão de Parauapebas, caso tivesse R$ 15,45 MILHÕES você compraria o terreno do HAMILTON RIBEIRO, eu não compraria, mas tem gente que compra, principalmente quando o dinheiro não é dele. 

Essa gente trabalhadora, que está a 30 anos em Parauapebas é assim mesmo, tudo gente boa, compra e vende terreno!

Melhor negócio do mundo

Nem precisa dizer que vender terreno para o prefeito afastado de Parauapebas é o melhor negócio do mundo, talvez perca pra fazer obras pra esse mesmo indivíduo, pois o amigo dele, HAMILTON RIBEIRO, é especializado nas duas coisas, vender e fazer obras, especialização conseguida muito rapidamente, ele tanto vende terreno como faz obras.

Ainda não contei a história do terreno de R$ 36,6 milhões

O leitor do Sol do Carajás tenha paciência, pois ainda estamos nos inteirando do terreno que os donos disseram que valia R$ 6 MILHÕES e VALMIR DA INTEGRAL autorizou o município a comprar por R$ 36,6 MILHÕES. Negócio da CHINA.

Você acha que se o dinheiro fosse da empresa do prefeito afastado de Parauapebas, a INTEGRAL, ele compraria e pagaria antecipado?

Antecipação de provas é uma boa idéia, antecipar pagamentos também!

Antecipar provas é uma boa idéia, antecipar pagamento pra um amigo também é uma "boa" idéia!

E o caro leitor, acha que o perito dirá que o terreno vale R$ 100 MIL, preço de fevereiro, R$ 800 MIL, preço de agosto, ou R$ 15,45 MILHÕES, preço de dezembro? 

Que o pobre cidadão de Parauapebas acha que será dito e "bendito"?

segunda-feira, 30 de março de 2015

SUCESSO TOTAL - uma obra de arte especial!

As imagens,  a placa e os pagamentos, mas e a obra? Sumiu?


video






Empreiteiras que fazem SUCESSO 

Pelo que se vê, até a data de 13/02 já tinha sido pago pela duplicação da PA 275 a bagatela de 14,4 MILHÕES, mas o valor previsto para o mês de março ultrapassa os R$ 16 milhões.

Considerando que o custo médio de 1 Km de asfalto gira em torno de R$ 500 MIL, esses R$ 16 MILHÕES significariam 32 Km de vias, algo como ir de Parauapebas a Curionópolis. 

Como é uma duplicação, estaríamos tratando de 16 Km de um lado e 16 Km do outro, mas vá que eles aproveitem o lado que já existe, de um jeito ou de outro a conta não fecha.

Vamos conjugar o verbo "superfaturar" 

Vamos considerar que o governo de Parauapebas, como de costume, pague um preço bem mais alto que o valor de mercado, tipo quatro vezes mais, uns R$ 2 MILHÕES por cada KM, um absurdo, mesmo assim já deveríamos ter algo em torno de 8 KM, ou seja, 4 km de um lado e 4 km do outro, isso sem aproveitar a pista existente, afinal essa PA 275 foi recentemente restaurada pelo governo estadual do Pará.


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Nota: o vídeo é uma colaboração de um leitor anônimo. 

Você pode fazer seu filme e nos enviar, publicamos.

Nada de filmagem "pistoleira", essa você manda pra algum site ou blog da AICOP, da imprensa comprada de Parauapebas, aquela tutuzeira e adocicada, aqui não tem vez!

domingo, 29 de março de 2015

ZACARIAS e JOÃO DO FEIJÃO: os "trapalhões"

Um suplente de vereador a mando do prefeito afastado de Parauapebas


Os trapalhões de Parauapebas

Mussum, Dedé, Didi e Zacarias, os alegres trapalhões ganharam sua versão trágica em Parauapebas.

A cidade tem seu próprio "trapalhão" ZACARIAS, na companhia do prefeito afastado VALMIR DA INTEGRAL e do vereador JOÃO DO FEIJÃO fizeram a maior lambança que a cidade já viu nos seus últimos anos.   

Um trapalhão de marca menor, um vereador a qualquer custo

O ZACARIAS de Parauapebas não tem graça nenhuma, é um trapalhão de marca menor, nem suas piruetas provocam risos nas crianças, talvez a AICOP, aquela associação da imprensa comprada de Parauapebas, ache alguma graça ou alguma grana, mas o povo de Parauapebas repudia essa triste comédia "erariana", obviamente, toda tragédia tem seu fim, Parauapebas já cansou dessa gente.

Enjeitado pelas urnas, sempre

Zacarias é um eterno enjeitado pelas urnas, nunca conseguiu uma eleição, chega à câmara de vereadores devido à vexaminosa atitude do vereador JOÃO DO FEIJÃO, cuja trajetória é digna do anedotário "sucupirano".

Evidente, um vereador parido nessas circunstâncias não servirá aos cidadãos de Parauapebas, alguém tem dúvida, é cria do submundo da política.

2,5 milhões de caroços de feijão, à vista, pois ninguém confia nele




Dizem, o vereador João "Caroço" de Feijão teria pedido alguns caroços de feijão para aceitar sair do G8.

O vereador João "Caroço" de Feijão deixou claro que não aceitaria negociar diretamente com o prefeito afastado, VALMIR DA INTEGRAL, pois temia ser vítima de calote, não quis e nem quer conversa com o dito.

Welney Lopes

Na semana dos 2,5 milhões de caroços de feijão, o Sr. WELNEY LOPES voltou ao cenário da política parauapebense, ao seu modo.

Janio de Freitas: O Brasil de 2014 não justifica o ajuste de Dilma em 2015

No Jornal GGN
Janio de Freitas
A realidade econômica e social vivida pelo Brasil em 2014 começou a ser mostrada no final da semana pelo IBGE, que tem as estatísticas menos desconfiáveis. São dados, incluído o cabalístico PIB, que não atestam a escandalosa crise econômica na qual o nosso dia a dia mental e físico está atolado há mais de quatro meses.
O Brasil, a partir do próprio governo e com os alto-falantes de sempre, diz-se, e diz ao mundo, que 2014 o deixou em estado de coma. Não é verdade. O Brasil não é, como está apresentado, a Grécia, não é a Espanha, não é Portugal, nem se assemelha a esses ou qualquer outro posto em desgraça pela crise ocidental criada por corrupção e golpes da rede bancária dos Estados Unidos.
Os economistas alimentados pelo "mercado" e a classe que busca fáceis lucros financeiros ou políticos podem dizer, como lhes convém, que o Brasil está em estagnação. Os governistas e seus aliados menos ou mais falsos podem dizer que o Brasil está em situação estável. O que importa nas duas qualificações é ambas significarem que, se o país não evoluiu em muitos sentidos, também não sucumbiu nem, guardadas as proporções, resistiu menos aos efeitos da crise americana do que as potentes Alemanha, França e Itália.
Como se explica a espetaculosa catástrofe de que se fala em todas as horas por todos os meios? Na campanha da eleição presidencial, Aécio Neves e Marina Silva referiam-se a inflação alta e a desempenho pífio da indústria, atribuído ao governo. Não era de crise que falavam. Mal se decidira a eleição, e sem qualquer motivo perceptível, Dilma de repente atira a notícia de que seu ministro da Fazenda será o neoliberal Joaquim Levy, para fazer um tal "ajuste econômico". Que ajuste? Por quê? E por que um adepto da política mais conservadora, que antes mesmo de assumir já justificava o "desempenho fiscal mais sólido" como "melhor para as ações"?
Com tamanho desajuste de ideias, Dilma decretou estar o país em crise. Mesmo que não estivesse, Dilma acabava de criar o veio a ser explorado pelo vício dos conservadores brasileiros, o de reverter sem eleições o resultado eleitoral.
É claro que nada senão o mau passo de Dilma pode explicar a criação do pessimismo e da crença generalizada nas manipulações de aspectos da economia. Não é a realidade de 2014 a responsável pela realidade de 2015.
O tal PIB cresceu 0,1%, que a rigor não é mais que um zero envergonhado, e a produção industrial recaiu 1,2%, o que não é novidade porque pífio não foi o desempenho no ano, é a indústria brasileira. No maior número de quesitos a economia esteve bem, ou não foi mal ou, ao menos, foi melhor do que a vizinhança. Mesmo pequenos indicadores o refletem: quando se lê a notícia de que "setor de biscoitos e massas fatura 11,5% mais em 2014", os dispensáveis biscoitos mostram a que gastos o bom nível de consumo até se permitiu. Nada de crise.
A tão falada alta da inflação não pôde evitar o desprazer de vê-la fechar o ano abaixo do teto fixado de 6,5%. Resultado muito bom considerados o problemático e longo período eleitoral e outras circunstâncias. Só em janeiro e no curto e carnavalesco fevereiro deste ano, a inflação do ajuste de Levy/Dilma chegou a 2,48% no IPCA e 2,66% no INPC.
O desemprego estava reduzido a 4,3% em dezembro, e a remuneração do trabalho, com altas no ano que chegaram a 4% (outubro), em dezembro ainda conseguia aumento de 1,7%. O desemprego em fevereiro de 2015 chegou a 5,9%, e cresce em março. A remuneração do trabalho teve resultado negativo de 0,5%.
Desde 1888, com o fim da escravidão, o emprego remunerado é o direito primordial dos que lutam pela vida. E o primeiro atingido quando predomina a política em favor dos que têm a vida a lutar por eles. É o que retorna com o ajuste de Levy e Dilma.
Mas Dilma traz ao menos uma novidade, em comparação com outros praticantes do neoliberalismo e com os submetidos ao FMI: Dilma pressiona contra uma emenda parlamentar que dê aos aposentados a correção que uma medida provisória concede ao salário mínimo. Desse modo, tão original, os aposentados passam a pagar, com a correção que deixam de receber, o salário mínimo dos outros.
O ajuste é um grande desajuste.

sábado, 28 de março de 2015

Atual diretoria do SINTEPP na mania do CALOTE



A atual diretora do SINTEPP, na "moitinha", tentou aplicar um calote, mas não deu certo, resultado, a justiça mandou executar o sindicato por dívidas em favor do advogado, Dr. NICOLAU MURAD PRADO.

O Sintepp pode embargar, mas a vergonha já é sentida na categoria, a diretoria atual, de tanto frequentar o Morro dos Ventos, pegou a mania de tentar "calotear".

Será que a diretora presidente ressarcirá o sindicato e os professores?

sexta-feira, 27 de março de 2015

O pesado legado que Joaquim Barbosa deixou para a democracia brasileira

MARIA INÊS NASSIF
Em vez de servir para punir exemplarmente culpados, o “mensalão”, com seu domínio do fato, transformou a Justiça em parte do terceiro turno eleitoral


Do Portal Fórum

Na briga política com "P" maiúsculo, quando se traça estratégias de disputa com grupos oponentes, define-se um limite além do qual não se deve ultrapassar, por razões éticas ou para não abrir precedentes que, no futuro, possam se voltar contra o próprio grupo que não observou esse limite. Em ambos casos, a preservação dos instrumentos de luta democrática é a preocupação central.

O Supremo Tribunal Federal (STF), a partir do caso chamado Mensalão, arvorou-se em fazer política com "p" minúsculo, sem pensar nos precedentes que abria nos momentos em que jogava para a plateia, escolhia inimigos e relativizava a Constituição. Ao fazer jogo político sem que fosse qualificado para isso, pois não é um poder que decorre da livre escolha popular, não mediu as consequências e deixou uma lista de precedentes com potencial de corroer a democracia brasileira.

O primeiro mal exemplo que deu foi o de que um poder não deve obedecer limites. Ao longo do período pós-ditadura, a Corte maior do país se dedicou a uma crescente militância. A nova composição do Supremo, pós-Mensalão, é muito mais jurista do que política, mas é ela que vai ter que pagar pelo erro dos seus antecessores.

No julgamento do Mensalão, em vez de manter-se acima de um clima de comoção artificialmente criado por partidos de oposição e uma mídia avassaladoramente monopolista, o STF fez parte da banda de música. O que se tocava era um mantra segundo a qual qualquer que fossem as provas, quem deveria pagar com a cadeia era a banda governista envolvida no escândalo. Se as provas não corroborassem, que se danassem as provas. Era uma onda de pânico tão típica de momentos aterrorizantes da história mundial – como a ascensão do nazismo e do fascismo, com a repetição de "verdades" construídas sobre afirmações mentirosas, mas fáceis de atrair ódio sobre grupos políticos adversários – que a inclusão da Corte Suprema do país nesse tipo de armação foi de tirar noites de sono de quem já viveu o pesadelo de ditaduras.

AICOP - A Imprensa Comprada de Parauapebas


Sobrinho de Jatene envolvido em fraude fundiária em Castanhal. Crime envolve também o prefeito Paulo Titan. É mais um rolo de Eduardo Salles, o sobrinho de Jatene, que também é sócio do empresário Antonio Carlos Vieira, acusado de ser um dos mandantes do assassinato do advogado Jorge Pimentel.
O governador Simão Jatene: sobrinho milionário e enrolado comanda o Nordeste do Pará.
O empresário Eduardo Salles, sobrinho do governador do Pará, Simão Jatene, e o prefeito de Castanhal, Paulo Titan, do PMDB, estariam envolvidos em um rumoroso caso de fraude fundiária naquele município.

Segundo fontes do Ministério Público Estadual, que investiga o caso desde 2013, já há fortes indícios de crime e “a fraude é grande”.

Ela envolveria a expedição de títulos de aforamento, com a adulteração e até sumiço de processos e de livros de inscrições de imóveis daquela Prefeitura. Uma secretária municipal já teria admitido, em depoimento ao MP, que os livros são falsos.

O MP obteve autorização do Tribunal de Justiça do Estado para investigar o caso, já que o prefeito de Castanhal possui foro privilegiado.

Ainda não se sabe quanto hectares teriam sido fraudados. No entanto, fontes do MP não descartam a necessidade de um recadastramento fundiário naquele município. (...)


Veja mais de JORNALISMO DE VERDADE  AQUI na Perereca da Vizinha


Enquanto isso, os "jánalistas" de Parauapebas são financiados pelo prefeito afastado e pelo empresário HAMILTON RIBEIRO


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Dr. JAKSON talvez tenha sido assassinado por denunciar que em Parauapebas atuava uma máfia semelhante a essa do município de Castanhal, enquanto isso, a açucarada e tutuzeira imprensa de Parauapebas, que tem até associação, é financiada pelo prefeito afastado de Parauapebas e pelo empresário HAMILTON RIBEIRO.


Os "jornalistas" da imprensa açucarada e tutuzeira de Parauapebas, aquela que tem até associação, acham que são JORNALISTAS, eles são "jánalistas", pois estão é "na lista" de pagamento.

A imprensa "açucarada e tutuzeira" de Parauapebas faz "pistolagem" com a notícia, de encomenda!

No Pará tem jornalistas de verdade, bem diferente do que se vê na imprensa "açucarada e tutuzeira" de Parauapebas.

O Sal da Terra, por Juliano Salgado




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